2081: Uma Odisséia no Cérebro

Estamos em 2081. Jane já está a quase 15 horas seguidas trabalhando conectada à Brainet – uma aplicação em rede similar à WWW cujo objetivo primordial é conectar cérebros –, quando recebe de Artur uma recomendação para que faça uma pausa.

    – Artur, já te disse que não tô cansada… Não se preocupa, a gente vai ficar bem! – replica Jane para seu recém adquirido NS-EPA-3000, um protótipo de assistente virtual desenvolvido pela sul-coreana Neurosystems, ainda em fase experimental, que deverá ser o primeiro de uma série de agentes virtuais criados com base na tecnologia de projeção mental residual (RMP).

    A tecnologia RMP tem sido a aposta da Neurosystems para dominar definitivamente o exigente mercado de sistemas pessoais de recomendação de propósito geral, constituído em sua maioria por empresários e profissionais bem sucedidos. Algumas dessas pessoas foram selecionadas a partir de seus perfis em redes sociais na Brainet e convidadas a participar do projeto piloto: o agente NS-EPA-3000. Dentre elas Jane, uma engenheira médica cardiologista cirurgiã que nasceu e vive em Recife (torcedora do Sport Clube do Recife, naturalmente), mas que trabalha no 3CR@D (Centro de Cirurgia Cardíaca Robótica à Distância – pronúncia: “três-crad”) do Hospital Universitário Jatene, fisicamente sediado em Brasília, com escritórios em vários lugares no mundo, mas um dos primeiros a criar representações na Brainet e pioneiro na modalidade de cirurgia robótica à distância.

    Jane estava em uma importante nanocirurgia para reparo de uma rara neoplasia cardíaca, maligna. É claro, já se foram os tempos de cirurgias com cortes e tumores malignos fatais. Ainda assim, as cirurgias se tornaram mais intrusivas do que nunca. Isso se deveu à obrigatoriedade em quase todas as nações, já há algum tempo, de upgrades nanotecnológicos para auxílio na manutenção da saúde corporal. Atualmente, quase todo ser humano possui, na mais básica das configurações, uma espécie de sistema imunológico artificial que se integra com o resto dos sistemas orgânicos (incluindo o imunológico natural) nomeado de sistema complementar multifuncional (SCMF).

    O SCMF é composto por centenas de milhões de nanoestruturas robóticas capazes de se comunicar entre si e também com bases de dados externas que servem padrões estruturais de imunógenos. Os nanorobôs formam um sistema multiagente reprogramável, podendo assumir outras funções sensoriais e motoras, como por exemplo induzir estados alterados de consciência, fazer monitoramento de estado em nível intracelular ou entrar em modo de treinamento para receber instruções de engenheiros médicos humanos e aprenderem processos cirúrgicos inéditos. Este último era o caso na cirurgia em que Jane estava envolvida, a qual Artur inocentemente insistia em interromper.

    – Senhorita Jane, permita-me interromper mais uma vez. Preciso informar que nosso nível de glicose está abaixo da normalidade, representando risco de neuroglicopenia. É altamente recomendável uma pausa para alimentação e descanso.

     O NS-EPA-3000 é um programa neural (neuroware) que pode executar localmente (isto é, no SNC do cliente) ou em nuvem. Além de apoiar decisões pessoais, é capaz de fornecer diagnósticos precisos sobre o corpo com base nas coletas periódicas do seu SCMF. Estas informações e muitas outras formam uma base histórica de regras que representam fatos, percepções, inferências, ações, senso comum, etc. Juntamente com frequentes atualizações a partir de bases de conhecimentos e notícias na Brainet, o NS-EPA-3000 cria suas recomendações. Além disso, o agente é personalizável para o cliente, podendo assumir muitas formas e nomes, além de poder representar-se visualmente, auditivamente ou ambos. Enriquecido com um complexo sistema de processamento inteligente memético, o NS-EPA-3000 assume traços de personalidade do cliente usando tecnologias RMP.

    No momento em que Artur fez esta última recomendação, Jane estava terminando o relatório de treinamento cirúrgico. Tinha acabado a cirurgia há alguns minutos, estava um pouco insatisfeita com as interrupções de Artur, mas intimamente reconhecia que ele tinha razão. Disse que a cirurgia duraria no máximo 10 horas. Mesmo sem estar conectada em modo de compartilhamento na nuvem, a atividade de Jane era intelectualmente intensa, e já fazia 17 horas. Felizmente nada deu errado na cirurgia: o SCMF do paciente aprendeu com sucesso o reconhecimento de células alvo. Esta experiência ajudou esse paciente e todos os futuros que possam vir a ser vítimas do mesmo mal cancerígeno.

    Para o paciente, durante o treinamento cirúrgico do SCMF, havia a opção de ficar inconsciente ou, como era mais frequente ocorrer, visitar lugares famosos no mundo, como teatros, museus, ou, ainda mais frequentemente, paraísos “naturais”, todos modelados em realidade virtual, compartilhada ou não com outras pessoas. O Jatene oferecia algumas centenas de lugares para o paciente escolher. Sob sugestão de Jane, o Sr. Paulo estava visitando (e se marvilhando com) um lugar lindo do litoral sul de Pernambuco não atingido pelos desastres naturais das últimas décadas, cheio de reservas naturais: a praia de Maracaípe (próximo à famosa praia de Porto de Galinhas).

    A figura de um médico cirurgião nos dias atuais mudou consideravelmente. Antes de tudo, a Medicina se tornou uma atividade de Engenharia: o corpo é apenas uma máquina possível (com sua evolução possível) para a mente, apesar de ainda indispensável. A principal tarefa do engenheiro médico cirurgião, além das atividades de pesquisa em sua especialidade e dos benefícios sem preço (e sem tecnologia possível de substituir) do contato humano e apoio emocional aos pacientes, é monitorar seus SCMFs e treiná-los no caso de acometimentos de novas ameaças contra a saúde do corpo e da mente. Se uma criança do começo do século tivesse a oportunidade de acessar a Brainet e ver esse treinamento nanocirúrgico realizado por Jane no Sr. Paulo, diria que ela estava se divertindo em um super jogo 3D imersivo em primeira pessoa… brincaria dizendo que o jogo é uma versão especial e futurista de Doom!

    – Tudo bem, Artur. Por hoje é só, vamos descansar. Obrigado pelas recomendações, mas não pude atendê-las naquele momento, a cirurgia durou mais do que o esperado.

    – A seu dispor, Senhorita Jane. Se assim desejar, já posso iniciar o processo de desconexão da aplicação “3CR@D/Jatene – Treinamento cirúrgico 12 – sala 7”.

    – Sim, Artur. Pode desconectar. Peço que se desligue também, e só volte as 19h00. Precisarei que você me acompanhe nas atividades físicas, na academia.

    Nestes tempos é comum encontrar pessoas que trocaram completamente sua “vida real” pelas experiências na Brainet, trabalhando, se divertindo, se sociabilizando, se pervertendo, ou tudo isso. Muitos argumentam que o conceito de “realidade” é discutível, e que esse grupo emergente de indivíduos totalmente conectados – a maioria adolescentes e jovens adultos – deveria ser respeitado em suas escolhas.

    Detalhes filosóficos à parte, o fato é que as consequências – positivas e negativas – dessa nova maneira de viver já começaram a aparecer. As relações pessoais e profissionais mudaram completamente, bem como os modelos econômicos, de organização social e de projetos de cidades. Podemos dizer que a popularização da Brainet, operacionalmente possível a partir dos anos 50 devido ao surgimento da máquina neural nos anos 30 (uma alternativa matemática para a elementar máquina de Turing), representa a segunda grande revolução deste século na estrutura social, a primeira tendo sido a sequência catastrófica de desastres naturais de escala planetária ocorridos na década de 20 até meados da década de 30 devido ao aquecimento global. Ninguém gosta de falar disso, os traumas foram muitos.

     Do ponto de vista negativo, doenças e perversões de todos os tipos, principalmente as neurológicas/ psicológicas, surgem aos montes todos os dias, resultados de um “eu” virtualmente ilimitado que ainda executa em um “eu” real, físico, limitado e composto por células orgânicas: o cérebro. Desbancamos a “cultura do corpo”, mas caímos em uma outra armadilha: a mente sem limites sobre um corpo limitado.

    Jane é um dos que sabem valorizar o bem estar mental, sem desprezar o físico. Não se pode negar os benefícios da independência da mente. A virtualização das estruturas físicas praticamente acabou com a violência urbana, abstraiu completamente o poder de compra, tirou 90% dos atuais 5 bilhões de habitantes do estado de miséria (isso mesmo, a população mundial diminuiu), aumentou as possibilidades de crescimento profissional pela competência, etc, etc, etc. Mas a grande ilusão de todas essas possibilidades e potencialidades é que tudo isso ainda executa na infraestrutura neural do corpo. Pelo menos até conseguirmos transferir nossas consciências para outros dispositivos, o que por enquanto é ainda inviável. Desprezar o corpo significa negar a realidade, e as consequências negativas são muitas, dizem com frequência os engenheiros médicos.

     Jane “despertou no mundo real” as 11h03. Morrendo de fome, estava desejando comer o almoço que tinha sido preparado na manhã pelo seu sistema de inteligência de ambientes: feijão verde, arroz carioca, salada, legumes e bife bovino – almoço típico de quase todo brasileiro desde os tempos antigos. Sistemas de inteligência de ambientes são como sistemas operacionais de residências. Existem muitas variações e fabricantes, desde simples acionamentos de comandos por reconhecimento de voz a modernos sistemas de interação com os SCMFs dos residentes, com diferentes níveis de autorização e capazes de interpretar padrões neurais que se traduzem em programas complexos sobre o ambiente residencial.

     – Jane, sua refeição está servida conforme desejado. – reportou Michele no sistema de som do escritório residencial de Jane, seu lugar de trabalho e onde ela ainda se encontrava. Michele é o nome dado por Jane ao sistema de inteligência de ambientes de sua residência, o qual a acompanhava há muitos anos. “Ela” havia entendido o desejo de Jane de se alimentar como um comando mental para servir o almoço. Com base em padrões históricos, séries temporais e programações explícitas, já sabia o que deveria ser preparado pela manhã. Era um software bem esperto que conseguia automatizar grande parte das tarefas domésticas.

     Após a refeição, Jane tomou um banho e se recolheu para seu quarto. Curiosamente, sobre uma antiga escrivaninha havia um Macbook com processador Intel de silício, fabricado em 2009 pela antiga Apple, rodando Ubuntu 9.04 e conectado à Internet. Com um navegador Web era possível acessar conteúdo multimídia da WWW, quase que em sua totalidade texto. De vez em quando, nas horas vagas e quando estava com paciência, Jane “navegava” neste conteúdo que atualmente é considerado o cemitério da Internet, onde só agentes de coleta automática vagam. De algum modo isso fazia ela se lembrar da verdadeira hierarquia entre homens e máquinas, não se iludir com a falsa virtualidade do mundo atual.

    Ao se recolher, Jane dormiu profundamente. Teve sonhos que ela poderia chamar dela mesma, sem interferência de nenhuma parafernália nanotecnológica. Tudo do jeito antigo. Dormiu por quase 7 horas, a tarde toda, quando foi induzida a acordar artificialmente por Artur.

    – Senhorita Jane, não gostaria de acordá-la, mas tenho que lembrá-la de seus exercícios diários. Recomendo que hoje faça mais exercícios aeróbicos, isto se for compartilhar recursos neurais na nuvem. – informou Artur apenas em modo áudio, com Jane ainda semi-acordada e sentada na cama.

    – Que horas são? – perguntou Jane, ao mesmo tempo em que bocejava.

    – São exatamente 19 horas e 6 minutos, Senhorita Jane. Michele deixou seu lanche da tarde preparado, mas se preferir posso já requerer o jantar, embora eu recomende que faça apenas um lanche antes dos exercícios.

     – Na verdade nem tô com fome… mas tá bom, vou fazer um lanche.

    Neste momento, Michele ligou o som ambiente em toda a residência e abriu o janelão do apartamento, que fica na beira mar do bairro de Boa Viagem em Recife. O lanche já estava servido.

    Enquanto comia um pedaço de bolo de rolo com um cafezinho que só a Michele sabia fazer, Jane via o noticiário interativo no holograma central da sala de estar.

    – Que absurdo! Como não pegaram esses caras antes!? – exclamou Jane, quando viu a notícia de dois esportistas punidos com exclusão da Liga Mundial de voleibol humano por dopagem tecnológica. Um deles tinha alterado o SCMF para liberar pequenas doses de metanfetamina em tempo de jogo. O outro, de outro time, não revelou que possuía tendões robóticos nas duas pernas, o que melhorava seu impulso para salto, e implantes nanotecnológicos nos olhos para aguçar a visão. Se ao menos eles estivessem jogando na categoria de voleibol virtual, robótico ou misto…

    Ao terminar o lanche, Jane estava pronta para ir à academia, que ficava uns 5 Km de seu apartamento, para fazer seus exercícios diários.

    – Artur, não vou precisar de transporte. Dessa vez eu vou andando… melhor, correndo… aí aproveito para tomar um ar puro e já malhar no caminho. Por favor, conecte-me à Brainet em modo não imersivo e de compartilhamento em nuvem.

     A voz de Artur veio em alto e bom som, apenas na mente de Jane:

    – Perfeitamente, Senhorita Jane. Temos 3,76% de processamento e armazenamento disponível em potencial para compartilhamento. Deseja compartilhar tudo na nuvem neural?

    A máquina neural, que substituiu definitivamente a máquina de Turing, abriu um leque imenso de possibilidades para a Computação. Grandes empresas de TI e teóricos investiram substanciais recursos financeiros no começo do século no que até hoje ainda é promessa, a Computação Quântica, sem atentar para o mais óbvio: aproveitar os recursos computacionais do cérebro.

    Só em 2032 é que foi publicado na Neurocomputing – uma importante revista sobre Neurocomputação – um artigo com uma formalização da máquina neural juntamente com uma proposta de ULA (Unidade de Lógica e Aritmética) neural. Programas para a máquina neural podem ser, com algum esforço matemático, representados em uma máquina de Turing ou no formalismo λ-cálculo, mas para fins de engenharia a máquina neural se revelou mais prática.

    A computação neural centraliza processamento e armazenamento em um modelo de neurônio artificial plausível. Isso possibilitou mapear programas para máquinas neurais em regiões do próprio cérebro humano (e até de alguns mamíferos). O resultado prático, que só foi possível na década de 50, é que conseguiu-se entender melhor o cérebro e utilizar seu processamento e armazenamento para realização de outras tarefas, ou ampliação das próprias. Com o desenvolvimento da tecnologia de nanosensores, a interface com o cérebro ficou cada vez mais intrusiva e estável. Hoje, milhões de neurônios são sensibilizados e monitorados por nanosensores presentes no SCMF. Em síntese, cada ser humano utiliza atualmente para tarefas gerais, de forma explícita, o supercomputador orgânico de seu próprio corpo.

    Se na época da computação in silico existiam as nuvens computacionais como ápice dos negócios em tecnologia da informação e comunicação, hoje está sendo explorado um novo modelo de negócio com base na computação neural e na Brainet: a nuvem neural. A ideia é muito simples: quando os recursos neurais de um indivíduo estão sendo subutilizados, pode-se alugá-los para uso alheio.

    Jane estava apenas pedindo para Artur disponibilizar seus recursos neurais enquanto se exercitava. Afinal, poderia ganhar dinheiro enquanto realizava uma atividade não intelectualmente intensiva. Neste momento, outro usuário da nuvem neural poderia temporariamente possuir um super cérebro, alugando os recursos neurais de Jane e de muitos outros usuários conectados.

    – Sim, Artur. Pode disponibilizar tudo.

    Jane nem sentiu que entrou em modo de nuvem. Enquanto isso se exercitava e escutava música, obviamente sem necessidade de nenhum fone de ouvido: tudo processado diretamente no córtex cerebral em constante interação com a Brainet. Na academia, poucos indivíduos e nenhum conhecido para Jane conversar. Aliás, nestes dias, as ruas de todos os lugares permaneciam vazias, como se as pessoas tivessem achado um outro mundo para viver. De fato, acharam, mas sem a necessidade de espaçonaves e aventuras no domínio interplanetário. Um novo mundo encontrado e resultante de uma odisséia das mais perigosas: a que conduz para dentro de nós mesmos.

    Bons eram os tempos dos nosso avós, no começo de século XXI. Tudo era mais simples e real. Nada é perfeito, mas é o melhor que podemos fazer.

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16 comentários

  1. Fantastico, mestre. Uma viagem (possivel) a um futuro bem proximo. Talvez por ja tecer alguns comentarios sobre o assunto, nao me pareceu nada estranho… muito trab pela frente. Simplesmente “apice gaussiano” seu texto.

    Contribuir, a palavra_chave.

    Pp

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    • Um projeto não dá, Goedson… Teria que ser um plano ou programa de décadas! 🙂 – se é que é possível fazer isso. Enquanto isso, poderíamos curtir uma série SciFi. Ou começar a trabalhar em cima do modelo máquina neural… Se garante?

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      • Com certeza isso é trabalho para uma vida inteira. Tenho certeza que para você isso não é só SciFi e que vai dar a sua contribuição para a construção desse futuro. Você se garante (tive que olhar no dicionário de pernambuquês para ter certeza do que isso significa 😀 )

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  2. Sensacional!

    Interessante a “Computação Neural” , vejo como uma evolução do “Capital Intelectual” para
    ” Capital Intelectual e Mental ” ( além de usar o intelecto do homem , é utilizada a máquina cérebro deste )

    Muito bom!!! Talvez assim a educação seja um recurso de todos, mas com o intuito maior de se utilizar “escravos inteligentes”. 😀

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  3. Já havia visto como você é criativo e escreve bem ciência, Marcelo, mas agora me surpreendo com seu viés de excelente escritor de ficção científica! No meio do texto tive a sensação que temos em livros bons: ih, já está acabando 😦
    Recomendo fortemente você considerar iniciar uma coluna para jornal, imaginando como seria o cotidiano no futuro. Se quiser tenho alguns contatos que posso lhe apresentar.
    Parabéns!

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    • Fernando, obrigado pelo comentário de incentivo! Estou descobrindo que esta é uma excelente maneira de projetar, no futuro, perguntas em ciência e engenharia. É claro que outras vão surgir, algumas vamos abandonar, outras vamos perseguir, e dentre estas algumas não vamos conseguir responder em tempo de vida, outras vamos. E acho que essa é uma boa maneira porque podemos projetar o futuro em diferentes resoluções, que mapeiam desde questões de alto de nível e suas implicações filosóficas até detalhes operacionais.

      E em particular estou me redescobrindo, como você deve ter percebido, com um forte interesse em neurociências. Eu acredito neste futuro. Talvez não nesta data, talvez não exatamente dessa forma, mas neste conjunto de possibilidades. E não quero estar fora dele enquanto cientista e engenheiro.

      Professor, sua recomendação é tentadora, uma das maneiras mais fáceis de propagar meus memes! 🙂 No entanto, antes de seguir esta, vou seguir outras suas: a que está no topo da lista é o doutorado.

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